Os ganhos expressivos da banca nos mercados europeus contrariam a leve correcção dos índices bolsistas. O BCP também não foi excepção ao subir 0,96
por cento para 0,2832 euros.
O PSI 20 caiu 0,013 para 5.153,06 pontos em linha com as principais praças europeias. Para além do BCP, também a Altri (0,59%), CTT (0,20%), Galp (0,11%), a Mota-Engil (0,16%), a Pharol (0,66%), a REN (0,20%), a F. Ramada (0,57%) e a Sonae (0,35%) fecharam no verde.
A liderar as perdas esteve a Sonae Capital (-1,34%); a Semapa (-1,10%); a EDP (-0,77%); a Corticeira Amorim (-0,60%); a Jerónimo Martins (-0,42%); a EDP Renováveis (-0,33%); a NOS (-0,09%) e a Navigator (-0,06%).
Na Europa a escalada do petróleo puxou pelo sector energético. Mas a maioria das praças europeias encerrou em baixa, apesar do ambiente positivo de Wall Street depois do presidente da Fed ter mostrado abertura para descer os
juros nos EUA já este mês.
O EuroStoxx50 caiu (-0.11%) para 3.500,7 pontos; o FTSE 100 fechou a perder (0,03%) para 7.534,3 pontos; o CAC 40 desceu (0,08%) para 5.567,7 pontos; O DAX perdeu (0,47%) para 12.378 pontos e o IBEX 35 fechou nos 9.250 pontos. Só o FTSE MIB de Milão fechou em alta de 0,73 por cento.
A escalada dos preços do petróleo, no dia em que foi revelado que as reservas de crude nos Estados Unidos desceram mais que o previsto na semana passada, puxou pelo sector energético.
O Brent, referência em Londres, subiu (3,4%) para 66,34 dólares. Nos Estados Unidos o crude WTI está a subir (3,27%) para 59,72 dólares.
A banca destacou-se com uma subida de( 1%) numa altura em que assistimos a uma subida generalizada das
yields soberanas.