Os números revelados esta semana, pelo instituto alemão de estatísticas ficaram abaixo das estimativas dos economistas consultados pela Bloomberg, que antecipavam uma descida para 1,5 por cento.
Embora o crescimento dos preços da região da moeda única tenha acelerado desde o final do ano passado, os especialistas têm alertado que se trata de subidas motivadas sobretudo pelos custos da energia, não sendo ainda sustentáveis.
Esta semana, no Parlamento Europeu, o presidente do BCE defendeu que a política monetária acomodatícia deve ser mantida. “As pressões dos custos internos, principalmente dos salários, ainda são insuficientes para sustentar uma convergência duradoura e auto-sustentável da inflação em relação ao nosso objectivo de médio prazo”, afirmou Mario Draghi, acrescentando que o banco central continua “firmemente convencido de que ainda é necessária uma quantidade extraordinária de apoio da política monetária”.  Ainda esta semana também foram conhecidos os dados da inflação no país vizinho que confirmam a tendência de abrandamento.  
 Em Espanha, os preços no consumidor subiram este mês ao ritmo mais lento desde Dezembro, colocando a taxa de inflação em linha com o objectivo do Banco Central Europeu (BCE) pela primeira vez em cinco meses.  taxa de inflação fixou-se em dois por cento por cento, em Maio, segundo a leitura preliminar do instituto de estatísticas espanhol, o que representa uma descida face aos 2,6 por cento de Abril.
 Os dados da inflação na Zona Euro,  revelados mostram que o crescimento dos preços desacelerou de 1,9 em Abril
para 1,5 por cento em Maio.