A empresa Olam Moçambique está a relançar desde o ano passado a produção do algodão caroço nos distritos de Morrumbala e Derre, na província da Zambézia. Com a fábrica a funcionar os gestores esperam incrementar a produção do algodão caroço nos próximos tempos. A empresa investiu oito milhões de meticais para compra de pesticidas. “Grande parte da produção vai para as Maurícias e África do Sul, são esses dois países que temos contatos com eles para exportação. A fábrica ficou três anos paralisada e só agora em 2018 é que estamos a recomeçar a sua produção”, disse Florindo Coimbra, Gestor de Fomento da Olam. Olam quer produzir algodão caroço acima de três mil toneladas, todavia nota-se uma concorrência de culturas no seio dos produtores. “Aqui há uma concorrência de culturas é o caso do gergelim e feijão boer”, acrescentou, o gestor. O quilo do algodão caroço ao produtor está a custar 23 meticais da primeira qualidade e 16.25 da segunda qualidade. A Olam conta com perto de 6.600 produtores. Mais de 1 200 empresas estatais foram privatizadas. Os preparativos para a privatização e/ou liberalização do sector estão em andamento.