Os preços na produção industrial aumentaram 3,0 por cento na zona euro e 2,9 na União Europeia (UE) em Janeiro, face ao mesmo mês de 2018, divulgou na segunda-feira o Eurostat.
De acordo com os dados do Gabinete Estatístico europeu, face a Dezembro de 2018, os preços na produção industrial subiram nos países da moeda única 0,4 por cento e na UE (0,3).
Na variação homóloga, as maiores subidas dos preços na produção industrial foram registadas na Estónia 7,4 por cento, Dinamarca (6,8), Letónia (6,2) e no Chipre (6,1), tendo a Irlanda registado a única quebra, de 0,1.
Face a Dezembro de 2018, o indicador conheceu os maiores avanços na Holanda com 2,0 por cento, Estónia (1,2), Grécia (1,1) e na República Checa (1,0) e os principais recuos no Chipre (-1,1), Bélgica (-1,0), Finlândia e no Reino Unido (-0,1%).
Em Portugal, os preços na produção industrial subiram, em Janeiro, 1,6 por cento na variação homóloga e 0,4 em cadeia.

Desemprego na UE cai
A taxa de desemprego foi de 7,8 por cento no primeiro mês do ano, estável face a Dezembro. Em Portugal, a taxa de desemprego foi de 6,7 por cento, uma subida de uma décima na variação mensal face a Dezembro.
A taxa de desemprego na União Europeia recuou em Janeiro para 6,5 por cento, face aos 6,6 de Dezembro e 7,2 em comparação homóloga, atingindo o valor mais baixo desde que o Eurostat começou a publicar os dados mensalmente, em 2000.
Os dados divulgados pelo Gabinete de Estatísticas da UE revelam ainda que, na zona euro, a taxa de desemprego foi de 7,8 por cento no primeiro mês do ano, estável face a Dezembro de 2018, mas abaixo dos 8,6 por cento registados no período homólogo (Janeiro do ano passado), permanecendo assim no valor mais baixo desde Outubro de 2008.
De acordo com a fonte, em Janeiro de 2019 as menores taxas de desemprego observaram-se na República Checa (2,1 por cento) e na Alemanha (3,2), enquanto as mais elevadas foram registadas na Grécia (18,5, dados de Novembro de 2018),
Espanha (14,1) e Itália (10,5).
Na variação homóloga, as taxas de desemprego recuaram em todos os Estados-membros à excepção da Dinamarca e Malta, onde se mantiveram estáveis, tendo as maiores quedas ocorrido no Chipre (de 10,1% para 7,4) e Grécia (21,1 para os 18,5 entre os meses de Novembro de 2017 e 2018).