A NFL é a liga desportiva mais rica do mundo. A avaliação média de cada equipa gira em torno de 2,5 mil milhões e ela opera com lucros de 101 milhões por franquia. O Super Bowl é a grande final de uma temporada do chamado futebol americano e o dinheiro é um dos principais componentes do jogo. Um jogador pode ganhar 11 milhões por temporada. O jogo aconteceu da final de 2017 foi realizado a 4 de Fevereiro de 2018, no U.S. Bank Stadium, em Minneapolis, Estado de Minnesota.

Património dos proprietários
Robert Kraft pagou 172 milhões pelos Patriots em 1994, valor recorde na época. Hoje, a aquipa vale 3,7 mil milhões e ocupa, junto com o New York Yankees, o segundo lugar no ranking das franquias desportivas mais valiosas do mundo. Jeffrey Lurie superou a quantia paga por uma franquia da NFL ao desembolsar 185 milhões pelo Philadelphia Eagles e hoje a sua vale, 2,65 mil milhões,
a 10ª mais valioso da liga.

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O público do Super Bowl diminuiu nos últimos dois anos, depois de quatro anos consecutivos de alta. Ainda assim, o evento é o único programa que faz com que mais de 100 milhões de norte-americanos fiquem agarrados às telas. A audiência média foi de 111,3 milhões no ano passado, a quinta mais alta de todos os tempos. O preço dos ingressos deste ano varia entre 950 e 5 mil dólares (assentos premium). Os valores chegam a ser muito mais altos no mercado paralelo.

Apostas
Além disso, o Super Bowl é o melhor evento para apostar, com bolão e milhares de possibilidades de palpites online. Na edição do ano passado da grande final, foi registrado o recorde de 138,5 milhões de dólares em apostas registadas em 51 casas de apostas do Nevada. A casa, como sempre, ganhou, e Las Vegas embolsou 10,9 milhões. O Estado só perdeu dinheiro em dois campeonatos nos últimos 25 anos. As apostas em Vegas são uma parte mínima em comparação a quantidade total.

A marca Super Bowl
O Super Bowl é o evento desportivo mais valioso do mundo, com receita estimada de 630 milhões de dólares no ano passado se considerados os ganhos da televisão, ingressos, patrocínios e produtos. A Rockport Analytics conduziu um estudo e projectou um impulso económico líquido de 343 milhões em Minnesota graças ao jogo, com base nas informações dos 125.400 visitantes que passam pelo Estado durante quatro dias e gastam, em média, 620 dólares por dia.

Show do intervalo
A Pepsi patrocinou o show de intervalo pelo sexto ano consecutivo. O acordo custa, aproximadamente, 7 milhões por ano, segundo o “SportsBusiness Journal”. Justin Timberlake foi a atração principal e, como sempre, não foi pago pela NFL para se apresentar. No ano passado, o show foi assistido por, pelo menos, 117,5 milhões de pessoas – número superior aos 111,3 milhões que assistiu ao jogo. A performance é uma espécie de propaganda de 12 minutos para os artistas.