A informação foi avançada pela gestora do “FRESAN” junto da União Europeia em Angola, Susana Martins, quando falava no acto do encontro que marcou a apresentação oficial do projecto.
Susana Martins afirmou que o objectivo principal é contribuir para a redução da fome, pobreza nas camadas mais vulneráveis, a insegurança alimentar e nutricional, reforçando a agricultura familiar e sustentável nas províncias mais afectadas
pelas alterações climáticas.
Afirmou que o projecto comporta vários componentes, com destaque para introdução de metodologias de formação nas diversas comunidades abrangidas, de escolas de campos agrícolas e agro-pastoris, experimentar a introduzir os equipamentos, insumos e práticas agrícolas com vista a facilitar o trabalho e aumentar a produção.
A responsável frisou que a resiliência dos agricultores, produtores familiares, a selecção, introdução de variedades de adaptadas, divulgação de técnicas de multiplicação de promoção de bancos de sementes, desenvolver iniciativas e medidas para a recuperação, conservação e uso sustentável dos solos e pastos, fazem parte do “FRESAN”.
O projecto prevê ser instalado nas três províncias, nomeadamente Namibe, Cunene e Huila até finais deste ano e o seu arranque está previsto para o próximo ano.