As maiores subidas nas projecções, face às divulgadas no verão, são novamente as da zona do euro, de 2,4 por cento em 2017, três décimos mais do que em Junho, e de 2,1 em 2018, dois décimos mais.
As perspectivas para os Estados Unidos registam uma ligeira melhora (2,2 em 2017 e 2,5 em 2018), as do Reino Unido confirmam a tendência de queda – um décimo mais, até 1,5 – e um leve aumento de dois décimos em 2018, até 1,2, graças ao impacto positivo resultante do período de transição acordado entre Londres e Bruxelas para a saída do Reino Unido da União Europeia.
A China também melhora as estimativas com um aumento do PIB em 2017 de 6,8 – dois décimos mais – e 6,6 em 2018 – também dois décimos acima – graças à força do sector de serviços e a algumas indústrias estratégicas.
O endividamento no sector privado e nas famílias gera preocupação na OCDE, especialmente em países como a China.
A OCDE, fundada em 1961 e com sede em Paris, reúne 35 países membros de todo o mundo, incluindo nações desenvolvidas e nações emergentes como o México, Chile e Turquia.
A União Europeia afirmou que os membros da zona do euro devem crescer mais que o antes projectado, com o impulso da força do consumo privado e da recuperação global. Com isso, a região da moeda comum deve ostentar a expansão mais rápida em uma década. UE prevê crescimento de 2,2 por na zona do euro em 2017, de 1,7 por na projecção anterior, divulgada em maio deste ano. Para 2018, a expectativa subiu de 1,8 por anteriormente para 2,1 agora. Em 2019, a UE prevê crescimento de 1,9 por cento.