O novo projecto gráfico do Jornal de Economia & Finanças foi implementado. Agora, os leitores deste semanário, pertença da empresa Edições Novembro, têm em mão uma publicação que se quer mais diversificada em termos de abordagem sobre assuntos económicos. Voltamos a sair à rua à sexta-feira, ao contrário do antigo jornal cujo dia de publicação era à terça-feira.

Independentemente das vantagens ou não da alteração do dia de saída do jornal, pois o melhor juiz é o nosso estimado leitor, dizíamos, seja como for, continuamos empenhados em servi-lo, procurando sempre primar pela qualidade informativa. Se correspondermos com os níveis de exigências requeridos, com certeza, que nos sentiremos glorificados, pois temos a convicção do grau de responsabilização que nos foi confiado. Temos plena certeza de que os desafios ainda são grandes e se quisermos ser exaltados, naquilo que fazemos, como se diz na gíria jornalística, será necessário "dar o litro", ou como diriam os desportistas "comer muita relva".

Na vida, para que as coisas resultem em sucesso, é importante a nossa dedicação, mas esta só é possível se efectivamente amarmos o que fazemos. Havendo amor, até os obstáculos que se nos deparam para se materializar seja o que for são contornáveis. Cada um de nós deve, e só tem que pensar positivo, acreditar que somos capazes de fazer muito e melhor. Para tal, temos consciência de que sozinhos somos pouco, logo, a colaboração de todos é importante. Estamos receptivos a críticas sobretudo quando estas são acompanhadas de sugestões. O que mais pretendemos é isto mesmo: sugestões. São importantes dentro de um processo de trabalho.

A 16 de Abril deste ano, fizemos a edição número 242 do último projecto gráfico e aproveitamos para agradecer a todos que directa ou indirectamente estiveram envolvidos na empreitada. O nosso muito obrigado. Melhor é não os citar um por um para não se cometer o erro de esquecer qualquer um deles, pois todos foram valiosos. E, com certeza, continuamos abertos à colaboração, só assim conseguiremos encurtar a rota para a qualidade noticiosa que se demanda.

Existimos desde o dia 19 de Agosto de 2008 e a estratégia continua a ser a divulgação de informações sobre economia e finanças, ou seja, acompanhar as metas estruturantes definidas pelo Executivo relativamente às empresas, mercado, banca, comércio, serviços, indústria, agricultura, urbanismo e construção, sem descurar o cidadão, que é o beneficiário final dos projectos económicos.

Quando surgiu, o jornal possuía 24 páginas e era a preto e branco, com apenas quatro páginas a cores. Desde o ano passado que se passou a ter um jornal todo a cores e com papel salmão, o mesmo usado por alguns jornais de prestígio internacional. Cresceu o número de páginas para 32. É nestas que mantemos o desejo de verem abordados e reflectidos assuntos do mundo dos negócios e não só. O material de capa é sobre o Namibe, a julgar pelas acções de impacto socioeconómico que estão em curso na região. Esta província pesqueira vai acolher uma das fases finais do Mundial de Hóquei em Patins. E, nesta altura, o governo local esmera-se na criação de toda a infra-estrutura para que o sucesso seja um facto. A começar pelo único aeroporto local que está a ser ampliado e modernizado para reabrir em Agosto próximo.

A rede hoteleira está a ser alargada e alguns pontos turísticos começam a ter outro tratamento para melhor servir quem os visitar.

Aliás, encontros têm sido realizados com a finalidade de divulgar, valorizar e rentabilizar os vários pontos turísticos da província e servir de ensaio para as actividades a realizar antes e durante a realização do Mundial de Hóquei em Patins, que Angola acolhe em Setembro, segundo as autoridades ligadas à Hotelaria e Turismo.

O governador provincial, Isaac dos Anjos, reconhecendo a existência de muitos mais emblemas típicos para oferecer e que não estão a ser explorados, apelou aos operadores para explorarem bem os pontos turísticos da província. Citou inclusive a Serra das Neves, também ainda pouco explorada ou as águas quentes da vila do Ndolondolo. "São pontos que podem atrair a vinda de mais turistas", observou. Que assim seja, porque apenas ganha o país, pois o turismo é uma boa fonte de receita.

Por último, o apelo às nossas fontes. Sem dúvida, a condição sem igual para a concretização do produto acabado. Ou como escreveu Luciene Tófoli, no livro "Ética no Jornalismo", realçando a importância e papel da fonte: "[...] sem a fonte não há notícia, sem esta, não há jornalista, nem jornalismo".

Mas a fonte no seu papel de informar tem de ser respeitada e protegida. Pensamos que para que se garanta uma informação verdadeira e atendível tem de haver respeito integral ao sigilo das fontes, pois só desta forma, e em homenagem à liberdade de passar informação, estar-se-ia a substancializar um dos mais nobres interesses de um Estado democrático e de direito: a informação verdadeira e de confiança. Este vai continuar a ser o nosso desiderato. Por conseguinte, estamos aqui.