Uma boa imagem corporativa pode ser um dos maiores activos de uma empresa. As sociedades mais prósperas, tal como muitas outras organizações empresariais, concordam com este postulado porque sabem bem que grande parte do seu sucesso deriva do bom nome, que têm estabelecido e conseguem manter, ao longo de muitos anos. Nada pode ser mais desejável do que manter um legado de negócios que desperte a cobiça, até dos mais directos concorrentes. As obras das mais renomadas pessoas do passado são relembradas e os seus nomes perduram através de cada geração pela boa imagem associada a eles. Em contrapartida, aqueles que foram espinhos, ou malas de pedras para a sociedade, também têm os seus nomes na lista negra para sempre. Apesar de serem verdades que doem, elas também podem ser válidas para o mundo das organizações, como a sua empresa, ou o seu negócio particular. Uma boa imagem corporativa é um dos aspectos mais cruciais do negócio, na medida em que define-lhe as perspectivas de sucesso. A reputação da empresa afectará grande e irremediavelmente a opinião pública e esta, poderá eventualmente, ser determinante para a aprovação, ou não, das marcas, produtos ou serviços da corporação.
Um bom nome é um activo que a empresa precisa de proteger porque, ao perdê-lo, pode originar desastres gravíssimos para os seus investimentos. Danos à reputação nos negócios podem trazer consequências irreversíveis, impossíveis mesmo de recuperar.
Manter uma boa imagem corporativa nos negócios torna-se assim numa grande avenida comportamental, pela qual, a empresa deve capacitar e também potenciar, cada cêntimo do seu capital, as parcelas de tempo empregue nos diferentes processos, as estratégias e até mesmo, o esforço investido no seu negócio. É preciso não esquecer que os clientes mantêm sempre as marcas nas suas mentes e nos corações, sobretudo quando encontram produtos ou serviços de excelente qualidade.
Dito de outra maneira, eles fidelizam- se. Mas, em contrapartida, olham sempre com desprezo ou desaprovação, para qualquer estabelecimento comercial que percebem ser uma fonte de prestação de maus serviços. Quando os clientes não estão satisfeitos com um serviço, pela sua má qualidade, evidentemente que, havendo alternativas, deixam de procurá-lo. Pior do que isso, têm até a tendência de espalhar o relato desse mau serviço, criando sérias dificuldades de afirmação no mercado, à respectiva marca comercial e ao próprio estabelecimento. Um bom boato, por exemplo, basta que se repita inúmeras vezes, para ser transformado rapidamente,
numa verdade insofismável. E faz sempre mossa. Ao contrário, quando a empresa dá o seu melhor e esmera-se por apresentar um serviço mais eficiente do que a concorrência, os clientes recordam- na pelo lado positivo e serão eles os primeiros a encetar a promoção comercial junto dos amigos. Em suma, uma boa imagem corporativa reforça a confiança das pessoas e, eventualmente, fortalece a sua lealdade às marcas, produtos e serviços.
Quando se tem marcas de confiança, torna-se mais fácil convencer os consumidores porque eles próprios se convencem de que, ao comprarem, obtêm apenas o melhor. A boa reputação de uma marca, ou firma comercial, também pode levar a empresa a novos patamares de privilégios porque, quando se tem bom nome, não apenas se obtém a lealdade dos clientes, mas também a vontade de alguns capitalistas em investir nela o seu dinheiro ou de fazer parcerias no respectivo negócio, abrindo-se, assim, as oportunidades para a expansão do horizonte de negócios e tornar a marca ou empresa um ícone nesse domínio. Finalmente, a reputação que um bom negócio estabelece pode proporcionar o crescimento quantitativo e qualitativo da organização que o faz. Independentemente das muitas mudanças que possam ocorrer na economia, uma boa imagem corporativa dará à empresa a garantia de que a empresa se fortalecerá, através do teste do tempo.