A China assinalou esta semana (1 de Outubro) o seu Dia Nacional em celebração ao 70º aniversário da fundação da República Popular, manifestando ao mundo a sua total confiança como país socialista para alcançar a modernização à sua maneira. A China fez, em apenas algumas décadas, o que os países desenvolvidos levaram várias centenas de anos para concluírem.
O povo chinês, outrora ridicularizado como “o homem doente do Leste asiático” e torturado por agressões e tumultos há mais de um século, agora vê a sua pátria a elevar-se com dignidade e influência cada vez maior na arena global.
A pobreza abjecta, um problema crónico que a nacionalidade chinesa enfrenta há milhares de anos, foi eliminada quando o Partido Comunista da China (PCC) se esforçou para trazer o melhor do sistema socialista para o bem do povo.
Com mais de 700 milhões de pessoas retiradas do limiar da pobreza, o monstro asiático deu um exemplo sem precedentes na eliminação da miséria em larga escala.
Para os chineses, enormes mudanças ocorreram na sua terra natal, que nunca esteve tão perto de realizar o sonho de rejuvenescimento nacional.
Hoje, a China é o maior comerciante e fabricante industrial do mundo, um destino de investimento popular com enorme potencial de mercado, um motor significativo da economia mundial, um colaborador da paz mundial e um determinado apoiador da globalização, além de um proponente de uma ordem internacional justa e razoável.
Como uma civilização oriental antiga que remonta há 5 mil anos, aquele país nunca buscou expansão ou hegemonia externa.
Um dos caminhos que persegue a sumidade asiática que mantém fortes laços históricos de cooperação com Angola, além de salvaguardar a sua soberania, é a unidade e a sua integridade territorial, protege os interesses do país no exterior e promove a paz e o desenvolvimento mundial.
É dos poucos países que estendeu as mãos a Angola, dando abertura para que as empresas chinesas explorem o mercado nacional, participando no processo de reconstrução do país.
Em quase todos os cantos de Angola, vê-se um chinês a trabalhar com motivação e determinação.
A cooperação está já lançada em todas as áreas à qual tem permitido aos angolanos à busca de experiência no solo chinês.
Apesar de os negócios terem sido reduzidos, há ainda angolanos que frequentemente escalam Guangzhou ou outra cidade comercial à procura de parceiros. Há maior apego em ir-se a Cantão ou Guangzhou, localizada no Sul do país, às margens do rio Zhu Jiang, por constituir-se no principal centro manufatureiro da região do rio Zhu Jiang, e um dos principais centros industriais e comerciais da China. Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade chegou a CNY 911,2 biliões (cerca de 133,5 mil milhões, enquanto seu PIB per capita no mesmo ano alcançou CNY 89,4 mil (aproximadamente usd 13,1 mil, mais que o dobro da média nacional. Há várias obras e projectos financiados pela China no qual se destaca o Programa de Investimento Público. Os primeiros financiamentos aconteceram em Março de 2004, Julho de 2007 e Setembro de 2007, tendo representado um valor 4,5 mil milhões de dólares.