Angola é hoje conhecida no mundo inteiro pela sua história recente de Nação que soube juntar todas as suas forças e trilhar um novo caminho.
A paz alcançada em 2002, não só pôs termo a um conflito armado de vários anos, mas também serviu de rampa de lançamento de um amplo programa interno de reconciliação e de eliminação de barreiras étnicas e clivagens raciais. Na nova era que foi inaugurada em Abril de 2002 e que se consolida de ano em ano, a reconstrução dos escombros da guerra contou com a vontade dos angolanos e da firme liderança do Presidente José Eduardo dos Santos.
E não tardou a forte resposta dos angolanos às expectativas internas e externas sobre o rumo a dar a economia. Angola transformou-se num canteiro de obras. As estradas começaram a interligar as cidades, municípios, vilas e comunas. Com elas, chegou a era do desenvolvimento económico, feito pela recuperação do tecido empresarial e industrial.
Tal era o desafio de erguer uma economia de referência regional, continental e internacional, que o arregaçar das mangas, através de trabalho árduo e do estabelecimento de parcerias com vantagens recíprocas, passou a ser um marco da governação. Foram traçadas as linhas mestras da diversificação da economia, um pressuposto que se cumpre à medida que se diminui o peso do petróleo nas receitas e aumenta a contribuição do sector não mineral.
Nesta estratégia, os impostos não petrolíferos assumem papel decisivo, pois os sucessivos governos saídos das eleições de 2008, 2012 e agora em 2017 mostram-se comprometidos com as fontes internas de financiamento dos programas concebidos e que têm resultado na melhoria de vida dos cidadãos. Angola está cada vez mais forte e unida em torno de um ideal: o do desenvolvimento económico e da estabilidade política e social.
As preliminares das Eleições de quarta-feira (23) que dão maioria qualificada à vitória do Mpla são provas da responsabilidade de uma Nação que entre o ideal e o real soube optar pelo real. Os programas económicos apresentados aos eleitores neste pleito de 2017 tiveram significativa relevância na escolha popular.
No programa apresentado salienta os avanços que se verificam na gestão das finanças públicas com o exercício regular do processo de prestação de contas à sociedade.
Fica claro que os angolanos aprovaram a governação do MPLA e o seu programa económico que tem vindo, paulatinamente e de forma responsável, a implementar e com impacto positivo na vida das pessoas.
Ainda assim, e como foi possível conferir na auscultação de alguns populares, há fortes expectativas em torno do projecto económico do Governo que sai das Eleições Gerais de 2017. As famílias têm em si anseios que querem ver realizados. Daí que aos governantes impõe-se também o cumprimento dos planos lançados e com os quais receberam mandato do povo para nos próximos cinco anos os representar, de forma a que o Estado possa cumprir com a sua missão.